Entrevista com DJ Tahira!

Estamos empolgadíssimos com a participação do nosso DJ preferido na Festa Junina Berlin 2016! Dj Tahira influencia as pistas de Sao Paulo a mais de 20 anos, viaja pelo mundo divulgando a musica brasileira desde 2006 e tem no seu currículo festas em Tokyo, Paris, Londres, NY, Berlin entre outras. Pra quem ainda não conhece o trabalho desse paulista, recomendamos ouvir o set dele no Boiler Room, pra ter um gostinho do que vocês vão ouvir com a gente neste sábado na pista do YAAM Berlin.

tahira2008_06Nosso amigo e enciclopédia musical Raul Cornejo entrevistou o Tahira pra saber um pouco sobre ele, seu amor pela música, suas tours pelo mundo afora, e sobre o espirito junino que nele mora.

RC: Qual sua comida favorita numa festa junina?

T: Pinhão.

RC: E a bebida?

T: Quentão.. adoro gengibre.

RC: E a gincana?

T: Nunca participei dessa parte. Sempre fui pra comer e sentir frio.

foto por Leandro Godoi (http://migre.me/aXv2u)

foto por Leandro Godoi (http://migre.me/aXv2u)

RC: Normalmente essas festividades são associadas ao forró e ao baião, qual seu top 5 de faixas desses gêneros de todos os tempos? Vc tem muita chance de tocá-los por aí? Os gringos curtem?

T: Eu tenho tocado bastante sons afro brasileiros nos últimos 3 anos. E alguns estilos se encaixam nesse tipo de festividade.

Meu top 5

Camarão – Nao Interessa Nao

Banda de Pifano Cultural de Caruaru – Dois Pifanos no Forro

Cris Aflalo – Pisa no Pilão

Jackson do Pandeiro – No Balanço do Baião

Luiz Paixão – Baião Novo

E sim, tenho tocado bastante esse sons tanto no Brasil quanto na Europa e a resposta sempre é excelente.

AM0830205055-5341RC: Você anda sempre zanzando pela Europa, em turnês que sempre se espraiam por alguns meses. Há quanto tempo esse globetrotting rola e qual foi seu primeiro itinerário, vc lembra?

T: Eu viajo todo ano para o exterior tocando desde 2006. A primeira viagem foi uma festa da Brahma na Ucrânia em Odessa (a Ibiza dos russos). Era uma festa de dia na praia de graça

sobre a cultura brasileira.

RC: Alguns momentos bem marcantes q valham a pena serem rememorados aqui?

T: As festas da Sim Simma crew em Dublin e o coletivo Paradiso de Viena foram festas destruidoras. Toquei duas vezes em ambas. E todas foram incríveis. Pista lotada. Frenética. Dançando do começo ao fim. O coletivo Jazziup da Estonia também fez uma das melhores festas que toquei. E a primeira vez que toquei no Nublu de New York foi bem especial.

RC: Se você pudesse definir o tipo de música que toca ou a lógica por trás da sua seleção

em uma frase, qual seria?

T: Uma vez li uma entrevista com o Francois K. Ele usa o termo storyteller, contador de história. Talvez seja a melhor palavra pra isso, ou de outra forma seria é um discurso eclético musical que reflete em tudo que escuto e que gosto desde criança até hoje.

Tahira 561RC: Seus sets sempre foram pautados por um ecletismo muito bem temperado que hoje em dia (felizmente) se tornou um modelo a ser seguido, mas tem muito set sem pé nem cabeça q acaba brotando por aí. Se fosse para vc dar umas dicas para a juventude que embarca nessa pegada, quais seriam?

T: Estude a história da musica; por qual razão um estilo musical parou de ser tocado e porque outro estilo apareceu em seu lugar. É um dos jeitos de se transitar entre estilos sem quebrar a dinâmica ou a historia sendo contada.

RC: As pessoas já reagiram com surpresa ao ver um nipo-brasileiro carregando tanto groove nacional com essa competência?

T: Na minha primeira apresentação na Ucrânia. Eu era o headliner. Ficava um africano com dreadlocks e calça de capoeira anunciando todo o tempo Dj Tahira from Brazil. Criando aquela expectativa. Deixando todo mundo ansioso. Quando eu apareci na cabine. Todos da pista se entreolharam como dizendo: Cade o brasileiro?? Foi horrível no momento, mas hilário depois. Demorou umas 3 musicas para o povo começar a dançar de novo e sair da surpresa multicultural que um pais como o Brasil oferece. E esse ano em Sarajevo. Tahira é nome de mulher lá. Então ja viu né ? Eles esperaram uma mulher brasileira. Ai entra um japonês. Acho que eles ficaram um pouco perdidos. hahahaha

www.soundcloud.com/tahira

www.ebspodcast.com

www.ebsdiggin.com

Video: especial Festa Junina Berlin no programa Camarote 21 da Deutsche Welle

Está no ar! 🙂 O especial que a DW Deutsche Welle fez sobre a Festa Junina Berlin pode ser visto no site do programa Camarote 21. O especial foi transmitido

também pela TV Brasil, Futura e Rede Minas. Que arraiá lindo, minha gente!

Clique para assistir: http://www.dw.com/pt/arrai%C3%A1-em-berlim-celebra-casamento-gay/av-18557832

 

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The Menu is out: Delícias do Brasil – Verein für Bedürftige in Brasilien revela o cardápio para a Festa Junina Berlin 2015

Facebook event’s page: https://www.facebook.com/events/1563871637217417/ Menu completo: http://festajunina.eu/food/ bild Texto em Português logo em seguida.

Verein für Bedürftige in Brasilien „Gruppe Joanna de Angelis“ e.V.

Wir sind ein eingetragener, gemeinnütziger und mildtätiger Verein, dessen Mitglieder – Brasilianer und Deutsche – starke familiäre Bindungen nach Brasilien haben. Die zahlreichen Straßenkinder in Brasilien kämpfen tagtäglich mit dem Hunger: Kriminalität, Alkoholismus und Prostitution sind die Folge. Hilfe für diese Kinder zu leisten, ist eine besondere Aufgabe unseres Vereines. Auf Grund persönlicher Lebensumstände ergab sich in der ländlichen Ortschaft Monte Pascoal die Gelegenheit zur Hilfe. Mit zahlreichen Spenden durch Freunde des Vereines war es möglich, das Kinderheim 1994 zu gründen und für den Unterhalt aufzukommen. Viele Kinder aus zerbrochenen Familien finden hier ein schützendes Zuhause. Das Kinderheim “Abrigo Joanna de Angelis” befindet sich im Dorf Monte Pascoal, einem Marktflecken am Rande der BR 101 im Süden des Bundesstaates Bahia. Als Pedro Alvares Cabral zu Ostern des Jahres 1500 die nahe gelegene Bergspitze vom Meer aus entdeckte, nannte er diesen Ort “Osterberg – Monte Pascoal”. Bis in die siebziger Jahre war Monte Pascoal ein Dorf der Pataxo-Indianer. Die nächst größeren Orte entlang der BR101 sind Itamaraju im Süden und Eunapolis im Norden. Nicht weit entfernt befindet sich das Indianer-Reservat der Pataxo mit dem Berg Monte Pascoal in seiner Mitte. Im Jahre 1992 wurden auf der bei Monte Pascoal gelegenen Farm der Familie Dippe fünf verwahrloste Kleinkinder aufgenommen. 1994 zogen die Kinder – mittlerweile mehr als ein Dutzend – in den Ort Monte Pascoal um. Die Familie Dippe stellte zwei Häuser mitsamt Einrichtung zur Verfügung; das Kinderheim in Monte Pascoal war damit gegründet. In Berlin entstand zur Unterstützung des Kinderheimes die “Gruppe Joanna de Angelis”, aus der dann im Jahre 1995 der eingetragene Verein wurde. Direkte Zuwendungen einiger Freunde aus Berlin an das Kinderheim ermöglichten den Kauf angrenzender Häuser. Diese Bereiche kann das Heim unentgeltlich nutzen (insgesamt 350 qm Wohn- und Nutzfläche). Zur Erweiterung des Spiel- und Bewegungsraumes wurde ein separates Grundstück mit einem Obstgarten erworben. Entsprechend dem eingetragenen Verein in Berlin, wurde dort die Stiftung “Associação Abrigo Joanna de Angelis” gegründet, welche nach brasilianischem Recht die anerkannte Vertretung des Kinderheimes ist. Sie ist steuerrechtlich registriert und der Arbeitgeber des angestellten Personals. Die Hauptpositionen sind: Verpflegung und ärztliche Versorgung, Personalkosten für Küche, Wäscherei, Aufsicht und Schulbetrieb, Bekleidung, Betriebskosten der Grundstücke und Nothilfe außerhalb des Kinderheimes. Konzept zur Deckung der Unterhaltskosten: Die weite Distanz bis nach Monte Pascoal erfordert zur Fernleitung und Unterstützung des Projektes schnelle Entscheidungen hier in Berlin. Aus diesem Grunde ist die Zahl der Vereinsmitglieder bewusst gering gehalten. Wir dürfen uns glücklich schätzen, dass wir diese Beschränkung durch einen großen Freundeskreis ausgleichen können. Hand in Hand konnten wir gemeinsam folgende Aktionen durchführen: Straßensammlungen, Wohltätigkeits-Basare, Benefiz-Veranstaltungen befreundeter Musik- und Showtanzgruppen, Kinderfeste, Sachspenden und GELDSPENDEN haben uns den Fortbestand gesichert und auch manche Erweiterung ermöglicht. Der Verein ist vom Finanzamt Berlin als gemeinnützig anerkannt, St. Nr. 27/680/51084; Spendenbescheinigungen dürfen erstellt werden. Wir sind als kleine Gruppe stolz darauf, dass alle Spenden unter Anfall minimaler Verwaltungskosten nach Brasilien gelangen. Wir bedanken uns für Ihre Hilfe! cardapio

Verein für Bedürftige in Brasilien „Gruppe Joanna de Angelis“ e.V.

Nós somos uma associação filantrópica sem fins lucrativos e nossos sócios – alemães e brasileiros – têm fortes ligações com o Brasil. O grande número de crianças de rua que lutam diariamente por um pedaço de pão são levadas muitas vezes a ingressar na criminalidade, a fazer uso do alcoolismo e das drogas e a se prostituir. O principal objetivo da nossa institução é assistir a essas crianças no que tange à alimentação, moradia, ensino fundamental e ressocialização com suas familias. Uma grande amiga que tinha uma fazenda no sul da Bahia, na região de Monte Pascoal, e já abrigava crianças -filhos de seus empregados e outros abandonados- contou-nos a situação difícil que via por lá. A partir de então ocorreu-nos a idéia de iniciar um processo de mobilização em prol da assistência àquelas crianças. Em Junho de 1994 fundamos em Monte Pascoal o abrigo que hoje comporta muitas crianças, ex-moradores de rua, órfãos ou socialmente órfãos, oferecendo-lhes um lar. O “Abrigo Joanna de Angelis” se encontra em Monte Pascoal, uma cidade pequena perto da BR101 ao sul do Estado da Bahia. Quando Pedro Alvares Cabral descobriu o Brasil avistou o Monte e deu-lhe o nome de “Monte Pascoal”; por estar na semana da Páscoa de 1500. Até os anos 70, Monte Pascoal foi uma vila de indios da tribo Pataxó. As cidades mais próximas de Monte Pascoal, dirigindo na BR101, são Itamaraju ao sul e Eunápolis ao norte. Nesta região se encontra a Reserva Florestal dos indios Pataxós. No ano 1992 a familia Dippe albergou em sua fazenda, perto de Monte Pascoal, 5 crianças abandonadas. Em 1994 as crianças, em número bem maior, mudaram para cidade “Monte Pascoal”. Para esta finalidade a Familia Dippe coloquou a disposição delas duas casas mobiliadas – e assim foi criado “O Abrigo da Joanna”. Para apoiar este projeto foi criado em Berlim o “Grupo Joanna de Angelis”, e em 1995 surgiu a Associação. Com donativos de amigos foi possivel comprar outras casas, e hoje temos uma área de 350mq. Outro donativo importante foi a “Chácara”, com muitas arvores frutiferas, horta e uma área enorme de lazer.

Da mesma forma que surgiu a Associação em Berlim, foi fundado em Monte Pascoal a “Associação Abrigo Joanna de Angelis”. Ela esta registrada pelas leis do pais e é responsável pelos funcionarios do abrigo.

Os custos principais são: Alimentação, assistência médica, funcionários (cozinha, lavandaria, babá), vestuário – artigos escolares, manutenção da chácara, ajuda com cêsta básica para os mais carentes da comunidade. Para cobrir os custos realizamos os seguintes eventos: bazares, ação ( pedir donativo na rua ), concertos beneficentes, festas de rua, feiras de usados. Estes eventos acontecem na Alemanha / Berlim. Nós agradecemos pela ajuda financeira!

Tropical Dreams // swimwear and beachwear

Available at Festa Junina Berlin / Brasiliens größtes Volksfest

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Debut collection

Our first collection, ‘Tropical Trip’, takes you into our habitat. Explore Brazilian wilderness through lysergic prints, vivid colours and local fabrics. Based on the colourful richness of untouched landscapes and the geometrical diversity of nature, our dazzling prints and original cuts lead you to the hottest memories of tropical days.

About the brand

Tropical Dreams is a newborn Berlin based swimwear and beachwear company founded by two Brazilian expats who grew tired of dreaming about summertime and decided to turn tropical homesickness into fashion. Blending internationally well-known Brazilian beachwear culture with current trends, Tropical Dreams brings a wide range of contemporary cuts and distinctive style to shape up different types of body. Best local fabric suppliers help us to create fine quality garments for costumers wishing to add a classy touch to their looks. Tropical Dreams’ exclusive swimwear and bikini collection is perfected by a handpicked selection of Brazilian made products: traditional crochet dresses and tops not only apply to the beach time, but also provide an edgy style on a warm night out. Or just lie down in our handmade hammocks and let the world blow away. All our products are crafted in Brazil in order to support local communities. The full collection is available on our online shop. https://www.facebook.com/tropicaldreamstore   11271997_10153402108814510_1968987746_n 11289869_10153402108694510_1776100826_n 11418295_10153402108359510_943134202_n 11429638_10153402108824510_157663105_n 11421638_10153402108924510_1851741127_n 11421496_10153402108869510_480651703_n 11421433_10153402108364510_1180008828_n 11414572_10153402108754510_2056068581_n 11414583_10153402108894510_807912369_n 11414630_10153402108339510_869320920_n                

A chita agora é chique!

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Quem vê cara não vê coração.

Quem diria que aquele “tecidozim chinfrim”, com cara de festa do interior e brincadeira de criança, essa tal de chita, possuísse ancestrais ilustres? Pois é, a Chita surgiu na Índia medieval e conquistou os europeus. Num domínio invertido à colonização. Seu nome atravessou idiomas, assim como o tecido transpôs os mares, povos e culturas “para virar vestido de quadrilha junina no nordeste”. “De tempos em tempos, ganha espaços em passarelas, galerias de arte, vitrines e palcos, quando estilistas, artistas plásticos, designers e outros criadores redescobrem estas estampas e as incorporam a suas produções”.

Quando as primeiras quadrilhas eram dançadas nos salões franceses

a chita a muito tempo já fazia sucesso na Índia. Cinco mil anos antes de cristo é o período aproximado. Os indianos começaram a estampar em tecidos de algodão. Usavam uma técnica aprendida, possivelmente, com os chineses. Estes já imprimiam na seda, em papel de arroz e outros tecidos, para usos diversos. Para isso, usavam uma espécie de carimbo: com tipos feitos de madeira, parentes de nossas atuais xilogravuras. Os indianos depois passaram a fazê-los de metal. Esses tipos metálicos são os “pais” dos clichês usados, até hoje, nas tipográficas. A palavra Chita é derivada de chitra. Vem do sânscrito. A língua sagrada dos Brâmanes. Antiga casta religiosa da Índia.

Em hindi, língua derivado desta, pronuncia-se chint. Chitra ou Chint, quer dizer “pinta”, “mancha”, ou “matizado”.

Incrível como a chita se mantém viva até hoje em nossa região,

e o mais impressionante ainda, foi a sua saga até se tornar o tecido símbolo no nordeste do Brasil: A pouco mais de 500 anos, Pedro Alvarez Cabral veio dá com sua frota em águas brasileiras. Os portugueses procuravam um caminho alternativo para as Índias. Além de várias especiarias e outras riquezas, os patrícios estavam de olho na chita. Esse tecido era conhecido na Europa desde o século IV a.C. E os indianos, aquelas alturas, detinham um conhecimento ainda não dominado pelos europeus: o uso do mordete, uma substância agregada ao tingimento com a função específica de manter a durabilidade da cor. Por isso, os tecidos indianos resistiam mais do que os europeus a lavagens e exposições ao sol. Eis a razão de terem sidos tão cobiçados naquele tempo. Eis a razão também, para justificar o esforço sobre humano dos Portugueses, para encontrar o caminho para as Índias.

Os Portugueses, aparentemente tinham dado com os “burros n’água”.

Não encontraram o caminho das Índias, mas aportaram numa região onde no futuro esse tecido viria a se tornar uma espécie de ícone: o Nordeste Brasileiro. No entanto, a tecelagem só vai chegar ao Brasil, em 1530 na Bahia e Pernambuco. Mas só no século XVIII, precisamente no final deste, nascia em Minas Gerais a avó da chita brasileira. Isso contra a vontade do império português. Que via na produção da chita mineira uma ameaça a sua economia. Isso porque o tecido daqui passou a concorrer diretamente com de além-mar.

Ainda hoje no Brasil, usamos os motivos florais,

como os estampados na Índia naquele tempo. Essa característica é fruto da cultura daquele país, dominado pelos preceitos de duas religiões: hinduísmo e o islamismo. Esta última proíbe representações figurativas; daí a predominância de motivos florais, galhos, folhagens, arabescos e desenhos geométricos, como o madras (Listas cruzadas, formando xadrez, típicos da região de Madras). Eventualmente havia também figuras de animais, especialmente aves. Aqui chamamos chitinha ao tecido estampado com flores miudinhas. Ficaram conhecidos também por Mamãe Dolores, devido a uma personagem da novela Direito de Nascer, da TV Tupi. Chamamos de chita os estampados com flores de tamanho médio. Já o chitão que anda em alta sob as luzes dos fleches nesta entrada de milênio – se caracteriza pelas estampas florais bem grandes, em cores vivas, com traços de grafite delineando contornos, e que cobrem toda a extensão do tecido engomado.

O chitão ganhou este nome nos anos 50

e estas características na década seguinte.As próprias festas juninas, em algumas regiões, ganharam o nome do tecido. Vamos ter, então, a festa do chitão. Como vimos, estamos ligados umbilicalmente a esse tecido. A sua história tem tudo a ver com a gente. Explica-se assim o nosso carinho, o nosso apego a este tecido tão ilustre. Afinal ele entrou definitivamente na nossa alma. Habita o âmago do nosso povo. Portanto, não temos como pensar quadrilha sem pensar nele. Os dois estão casados com comunhão de bens e tudo. É chamego que não tem fim. Os originais estão no Livro Que Chita Bacana, publicado em 2005 pela Editora A Casa-Museu do Objeto Brasileiro. O texto original foi escrito pela Jornalista Maria Emilia Kubrusly e desviado por Ronaldo Rogério para o site zetestinha.com.br

THE MENU IS OUT: TAPIOCARIA REVELA O CARDÁPIO PARA FESTA JUNINA BERLIN 2015.

Facebook event’s page: https://www.facebook.com/events/1563871637217417/

Hier präsentieren wir die traditionellen kulinarischen Spezialitäten, die uns Tapiocaria dieses Jahr servieren wird.

This year, we have Tapiocaria cooking some fine specialties for us. Here is what they have planned for 2015.

im Nordosten Brasiliens findet man diesen süßen oder herzhaften Snack aus Maniok an fast jeder Straßenecke und er hat zudem eine bis zu 2800 Jahre lange Tradition im kulturellen Erbe der brasilianischen Indianer. Damit ist Maniok eine der ältesten Kulturpflanzen der Menschheit, aus der man eine Vielzahl an Speisen zaubern kann, die allesamt nahrhaft, extrem lecker und gesund sind. Ob mit Fleisch oder vegetarisch, vegan und glutenfrei.

Tapioca_Caprese_m-566x376Tapiocas Salgadas / Herzhafte Tapiocas:

Tapioca Vegan

(Proteina de soja granulada – bio e não geneticamente modificada, Beringela, Tomate, ervas e rúcula) (Mix aus Soja Granulat, Aubergine, Zwiebeln und Tomaten, mit Rucula und Basilikum Olivenöl)

Tapioca Pernambuco

(Coco, queijo e manteiga) (Kokosnuss und Käse mit Butter)

Tapioca de Frango

(Frango desfiado com tempero exclusivo, queijo, requeijão, rúcula e azeite de manjericão) (Hühnerfleisch, Käse, Rucula, Schmelzkäse mit Basilikum Olivenöl)

Tapioca Sertaneja

(Carne seca acebolada com ervas, queijo, requeijão e manteiga) (Getrocknetes Fleisch von Rind mit Zwiebeln gebraten, Käse und Schmelzkäse mit Butter)

Tapioca Caprese

(Queijo, Tomate, Muçarela fresca, manjericão e Azeite de Manjericão) (Käse, Tomaten, Muzzarella und Basilikum mit Basilikum Olivenöl) Tapioca_Cartola_m-566x375

Tapiocas Doces / Süße Tapiocas:

Tapioca Moça

(Coco, queijo e leite condensado ou Coco com leite condensado) (Kokosnuss und Käse mit Kondensed Milch)

Tapioca Brigadeiro

(brigadeiro de colher e granulado de chocolate) (Typische brasilianische cremige Schokolade “Praline” mit Schoko-Streusel)

Tapioca Cartola

(Queijo, banana, açúcar e canela) (Käse, Banane, Zucker und Zimt)

Tapioca Romeu & Julieta

(Queijo e goiabada cremosa com calda de goiabada) (Käse und Guave marmelade mit Guave Syrup)

100% Sem gluten

100% Gluten Free

Bolo de rolo

(com recheios variados) * Contém Gluten (mit verschiedenen füllung) *mit Gluten

imagem3851Açaí na tigela com banana, granola e mel
Açaí eis-sorbet mit Bananen garniert mit knusprigem Müsli, Bananen und Honig

     

The menu is out: Café Bombocado revela o cardápio da Festa Junina Berlin 2015.

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Hier präsentieren wir die traditionellen kulinarischen Spezialitäten, die uns Café Bombocado dieses Jahr servieren wird.

This year, we have Café Bombocado cooking some fine specialties for us. Here is what they have planned for 2015.

canjica1 Cardapio do Café Bombocado para a Festa Junina Berlin 2015: Feijoada Brazilian bean stew Brasilianischer Bohneneintopf http://en.wikipedia.org/wiki/Feijoada Coxinhas Brazilian-Style Soft Croquette Brasilianische gefüllte Teigtaschen http://en.wikipedia.org/wiki/Coxinha 3590755481_e8c4e72009_mRissole Brazilian-Style Soft Croquette Brasilianische Kroketten http://en.wikipedia.org/wiki/Rissole     Empadinha Mini-pie Mini-Torte http://pt.wikipedia.org/wiki/Empada Pudim de Leite Milk and Caramel Flan Karameltorte http://allrecipes.com/recipe/brazilian-style-flan-pudim-de-leite-condensado/ Canjica Maize Pourridge with Coconut Milk Mais-Pudding mit Kokusmilch http://en.wikipedia.org/wiki/Canjica Pamonha de milho Cornmeal mush Maisbrei http://en.wikipedia.org/wiki/Mush_%28cornmeal%29 Mingau de Milho: Creamed Corn Maisbrei http://www.comidaereceitas.com.br/doces-e-sobremesas/mingau-de-milho-verde.html Bolo de Milho: Corn Cake Maiskuchen http://www.tudogostoso.com.br/receita/1650-bolo-de-milho.html bolo-de-aipim-com-coco-f8-55265 Bolo de Aipim: Aipim Cake Aipimkuchen http://cybercook.com.br/receita-de-bolo-de-aipim-com-coco-r-12-15689.html Bolo de Chocolate (brigadeiro) Chocolate Cake Schokoladentorte http://www.tudogostoso.com.br/receita/7480-bolo-de-chocolate-fofinho-com-cobertura-de-brigadeiro.html Bolo de Laranja Orange Cake Orangentorte http://www.tudogostoso.com.br/receita/24-bolo-de-laranja.html Bolo de Banana Banana Cake Bananentorte http://www.tudogostoso.com.br/receita/119737-bolo-de-banana-rapido-de-liquidificador.html Beijinho Coconut Truffle Kokustrüffel http://allrecipes.com/recipe/beijinho-de-coco-coconut-little-kiss/ Brigadeiro Chocolate Truffle Schokoladentrüffel http://en.wikipedia.org/wiki/Brigadeiro Pé de moleque Peanut Brittle-type candy Erdnuss-Keksriegel http://www.tudogostoso.com.br/receita/9861-pe-de-moleque-de-leite-condensado.html Pão de Queijo Tapioca Cheese Rolls Tapioca Käseröllchen http://en.wikipedia.org/wiki/Cheese_bun Cocada Coconut Sweet Kokosdessert http://en.wikipedia.org/wiki/Cocadas   The Festa Junina food is different in each region of the country. Tasting the variety of Festa Junina‘s food we can experience even far away from Brazil a little flavor and feeling for this most traditional Brazilian celebration.     Starting with the Amazon, in Manaus (the capital of Amazonas State), Festa Junina is celebrated with cassava cake, sweet tapioca with coconut. The Amazonians also enjoy the podre cake, and peanut brittle, which has Brazil nuts in it. Amazonians had a strong influence from indigenous peoples who brought to the Festa Junina the tacacá (porridge of a wild cassava—tucupi—starch and shrimp served hot in a bowl), fried pocovã bananas, caruru, vatapá, cocada and aluá (pineapple peel juice). Campina Grande, in Paraíba state, and Caruaru, in Pernambuco, are some of the most famous northeastern cities where Festas Juninas are a huge celebration, rivaling Carnaval. During Festas Juninas you can find tents selling many different dishes such as canjica, pamonha, corn on the cob, mugunzá, cassava cake and peanut brittle. festa-junina-DivulgacaoGoing down to the southeast region you’ll also find traditional Festas Juninas in the states of São Paulo and Minas Gerais. There you will find canjica seasoned with roasted peanuts and coconut, soups made with beef, cassava or smoked beans, popcorn, peanut brittle and lots of sweets such as milk fudge, crystallized fruits and cajuzinho (a candy made with ground peanuts). In the south of Brazil, Festas Juninas have roasted pine nuts, popcorn, roasted peanuts, and a variety of cakes. But the most traditional is the corn cake. Brazil celebrates its Festas Juninas with different foods, but to drink everybody has quentão. This is a hot drink made with cooked ginger in water, sugar, cinnamon, cloves and cachaça (sugar cane liquor). The name quentão literally means the big hot one and reminds us that the infusion warms you up in the chilly nights of June. To drink, Festas Juninas also have quentão made with red wine and the traditional caipirinha (margarita-like potion). Here are a few recipes for you to try it all out! Quentão Ingredients 1 ½ cups sugar 1 ½ cup water ¼ cup ginger thinly sliced 3 lemons sliced 1 bottle of cachaça – ¼ gallon 3 cloves 2 pieces of cinnamon sticks Preparation – Heat the sugar over high heat, stirring slowly until caramelized. – Add all other ingredients except the cachaça until boil. Keep stirring until sugar dissolves. – Add the cachaça, carefully – preferably outside the stove to avoid flames – mix it until simmer on low heat for a few minutes. – Serve it using a non metallic ladle and prefer non metallic mugs. The metallic utensils or mugs can modify the taste of the drink.

Curau or Canjica, Canjiquinha (Brazilian Fresh Corn Pudding)

10 medium size ears, cleaned and washed 2 quarts of milk 1 1/2 cups of sugar 1 pinch of salt 1 cup of coconut milk 2 tbsp of margarine cinnamon to taste Grate the corn ears inside a large glass bowl, using a cheese grater. Make sure you get as much as you can out of each ear and put them aside. Mix the milk with the grated corn. Dip each ear into the milk and use a paring knife to squeeze out as much of the corn starch as you can from them. Use a strainer or a cheese cloth to separate the liquid from the grated corn. (In Brazil, the solids are then used to make bread, but I wouldn’t know how!) In a large, heavy saucepan add the sugar to the liquid and start cooking over medium heat, stirring constantly until it starts to thicken. Add the coconut milk. Continue to cook, stirring, and test the cream by dropping a 1/2 teaspoonful onto a plate. When it cools it should have the consistency of Jello, firm but not solid. OK, I promise. Next time I make it I’ll time it. Brazilian recipes are generously shared by everyone, but they are a bit vague sometimes…Stir in the margarine, mix well. Pour onto a pirex or a more decorative pie server. Sprinkle with cinnamon. Let it cool and serve or refrigerate to serve later. Fabulous stuff!   MINGAU DE MILHO VERDE 6 fresh sweet corn ears 1 can (12 fl oz) evaporated milk 1 can (14 oz) sweetened condensed milk 1½ cup water 1 pinch salt Ground cinnamon to decorate. Cut the corn from the cob. Place corn in a blender container with the water and beat for about 30 seconds. Press the mixture against a strainer to extract the corn juice. Pour the corn juice into a medium saucepan. Add evaporated milk, sweetened condensed milk, and a pinch of salt. Simmer the mixture in a medium heat until the mixture become creamy —about 10 minutes. Use a wood spoon to stir the mixture for the whole 10 minutes to the mixture gets creamy. Pour mixture into custard cups (6 oz). Sprinkle ground cinnamon. Hint: Riper corns make a thicker pudding. Too young corns don’t have enough starch; therefore they make a thinner pudding. Serve refrigerated. Makes 6 custard cups.  

Bolo de milho Carioca (Carioca Corn Cake)

1 1/2 cup of fubá (yellow cornmeal) 3 cups of sugar 3 whole eggs 1 tbsp margarine 1 1/2 tbsp flour 1 tbsp baking soda (if you can’t find the Brazilian Fermento Royal) 4 cups of milk 3 tbsp grated parmesan cheese Preheat oven to 350°F. Mix sugar, whole eggs and margarine. Add the cornmeal, flour, baking soda, parmesan and milk. The consistency will be liquid. Pour into baking pan. Bake until it turns a golden color on top. The center should be very moist, theoretically that’s where the parmesan cheese ends up. This is fantastic with a nice cup of espresso.  

Brigdeiros (Brigadiers)

These sweets made with condensed milk and chocolate belong to that marvelous category of Brazilian “docinhos.” They are perpetual favorites with children and adults alike. I don’t think I’ve ever seen a Brazilian birthday party without them and they are a huge success with Americans, too. 1 can sweetened condensed milk 1/2 stick of butter or margarine (you can use only 1 Tbsp and it will still work out) 2 heaping Tbsp of Nestlé Quick or 1 Tbsp of Quick and 1 of Hershey’s Cocoa. I actually even use Suchard breakfast chocolate when I can get it from Switzerland. In a heavy saucepan mix chocolate with condensed milk and add the margarine. Cook in low heat stirring constantly until you can see the bottom of the pan. Continue to stir for another two minutes. Pour onto a plate and let cool completely before you form the little balls (I usually leave it in the cupboard until next day). Butter your hands slightly to form the little balls. Roll the balls in chocolate powder or jimmies and put them in small paper cups.

Chocolate Carrot Cake

1 1/2 cups finely grated carrots 3/4 cup granulated sugar 1/2 cup canola oil 1 cup boiling water 1 1/2 cups whole wheat flour 1/2 cup unsweetened cocoa 1 teaspoon cinnamon 1 1/2 teaspoons baking powder 1/2 teaspoon salt Preparation: In a large mixing bowl, combine carrots, sugar & oil. Pour water over the mixture; set aside. In a separate bowl, combine flour, cocoa, cinnamon, baking powder, and salt. Add to the carrot mixture; mix well. Pour batter into a non-stick or lightly oiled 8″ square pan. Bake at 350° for 35 minutes. Frost with cream cheese frosting or a glaze, or serve .  

Cinnamon rice pudding

1 litre whole milk 1 small cinnamon stick Rind of half a lemon, pith removed Rind of half an orange, pith removed 125g calasparra or other short-grain rice 100g caster sugar ½ tsp ground cinnamon 1 Put the milk, cinnamon stick and citrus rinds in a pan and bring to the boil. Remove from the heat and leave to infuse for 30 minutes. Discard the rinds and cinnamon stick. 2 Return the milk to the heat, bring it to a simmer and add the rice. Keep stirring over a low to medium heat. After 10 minutes, add the sugar and stir for another 10 minutes. Remove from the heat, cool, then chill in the fridge. Serve dusted with cinnamon. ================================================================== Bolinho Caipira Screen shot 2013-05-20 at 3.09.01 PMMassa 1/2 kg de farinha de milho amarela 1 1/2 litro(s) de água 1 tablete(s) de caldo de carne 4 colher(es) (sopa) de óleo de soja Sadia 2 colher(es) (sopa) de farinha de mandioca crua Recheio 400 gr de coxão-mole moído(s) quanto baste de cebola picada(s) quanto baste de alho amassado(s) quanto baste de salsinha picada(s) quanto baste de cebolinha verde picada(s) quanto baste de sal quanto baste de pimenta-do-reino branca Como fazer: Massa Em uma vasilha, junte as farinhas e, com as mãos, misture-as até desmanchar todos os grumos. Adicione o óleo e reserve. Ferva a água com o tablete de caldo de carneJunte as farinhas reservadas e misture bem, deixando cozinhar por 2 ou 3 minutos, mexendo sempre até obter uma massa macia, lisa e homogênea (tipo uma polenta). Recheio Misture todos os ingredientes . Montagem Separe uma pequena porção da massa e achate-a na palma da mão. Coloque dentro um pouco do recheio e feche com a própria massa dando o formato de um croquete. Enrole enquanto a massa estiver morna. Não a deixe esfriar. Feitos todos os bolinhos, frite-os em óleo quente, aos poucos, de maneira que fiquem cobertos pelo óleo. Escorra-os em papel absorvente. Sirva-os quentes.

Dominguinhos Canta e Conta Gonzaga

395518725_640No filme o próprio Dominguinhos relembra suas histórias com o Rei do Baião desde o primeiro encontro na infância, passando pelo seu desenvolvimento pessoal e musical ao lado do mestre, até sua consagração como um dos maiores músicos ainda em atividade. Mesmo consagrado e reconhecido como um mestre no Brasil, Dominguinhos nunca perdeu seu jeito simples de menino do sertão. No decorrer do filme, Dominguinhos nos presenteia com seu olhar privilegiado sobre o mestre, relembrado ora histórias relevantes do cenário musical ora histórias pessoais do dia a dia vividas com Gonzaga. Entre uma prosa e outra, Dominguinhos reinterpreta de forma única e emocionante grandes sucessos de Luiz Gonzaga. Este filme presta uma homenagem aos dois grandes sanfoneiros do Brasil que foram unidos de uma forma mágica pelo destino.

Dominguinhos Canta e Conta Gonzaga – Filme from M.3 Filmes on Vimeo.

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